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SEXTA-FEIRA, 19 DE JANEIRO DE 2018

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14 de NOVEMBRO de 2017

Para PF, lavagem de dinheiro continua e 7 dos 10 investigados deveriam ser presos

A representação da Polícia Federal que resultou na Operação Papiros de Lama, 5ª fase da operação Lama Asfáltica, solicitava a prisão preventiva de sete investigados dos dez investigados por lavagem de dinheiro e outros crimes. Ao contrário da polícia, a Justiça considerou válidas apenas as prisões preventivas do ex-governador André Puccinelli (PMDB) e do filho dele André Puccinelli Junior.

Para a PF, embora o dinheiro fosse destinado para Puccinelli, "o caminho percorrido por parte dele continua oculto, dissimulado, o que configura crime permanente de lavagem de dinheiro e demonstra a necessidade de decretação da prisão preventiva dos envolvidos para garantia da ordem pública e da instrução criminal".

Além da prisão do ex-governador e o filho, a polícia também pediu que fossem presos João Alberto Krampe Amorim - dono da empresa Proteco, que é alvo da Lama Asfáltica; André Luiz Cance - ex-secrtário adjunto de Estado de Fazenda, investigado como um dos operadores do esquema; Micherd Jafar Junior- dono da Gráfica Alvorada, empresa que também é alvo da operação; João Roberto Baird - dono da Itel, empresa de informática investigada pela PF; e Antonio Celso Cortez - empresário ligado ao esquema.

Apesar das alegações da PF, a 3ª Vara Criminal Federal de Campo Grande optou por decretar apenas a condução coercitiva dos quatro citados. Além disso, João Mauricio Cance também foi levado a depor, enquanto Jodascil Gonçalves Lopes e João Paulo Calves foram presos temporariamente, pois, para a polícia, "tiveram um menor grau de atuação nos crimes".

OPERAÇÃO

Deflagrada nesta terça-feira (14), a Operação Papiros Lama, 5ª etapa da Operação Lama Asfáltica, que investiga, desde 2013, o envolvimento de pessoas físicas e jurídicas no esquema de desvio de recursos públicos, que totalizam R$ 235 milhões até o momento. 

No total foram cumpridos hoje, dois mandados de prisão preventiva, dois de prisão temporária, seis de condução coercitiva e 24 mandados de busca e apreensão. Além de Campo Grande, os alvos estão localizados nas cidades de Nioaque (MS), Aquidauana (MS) e São Paulo (SP). 



Fonte: Correio do Estado



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