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QUINTA-FEIRA, 03 DE ABRIL DE 2025
21 de MARÇO de 2025

Engenheiro some e caminhonete dele é encontrada queimada no Paraguai

Policiais paraguaios ao lado da caminhonete de engenheiro, queimada em área de mata (Foto: Divulgação).

Policiais brasileiros e paraguaios investigam o possível desaparecimento do engenheiro agrônomo Elói Brusamarello, de 65 anos, ocorrido na quarta-feira (19) em Ponta Porã. A caminhonete dele, uma S10 cinza 2012/2013, foi encontrada queimada em uma área de mata nos arredores de Pedro Juan Caballero, no Paraguai.

A Polícia Civil informou que ainda não existe registro do desaparecimento nas delegacias da cidade. Pessoas ligadas à família afirmam que ninguém consegue manter contato com Elói desde a manhã de quarta-feira.

Por volta de 19h30m, equipes do Departamento de Controle de Automotores e do Departamento de Controle de Desmanches de Veículos da Polícia Nacional do Paraguai foram ao local onde a caminhonete foi incendiada.

Através da numeração do chassi, os policiais paraguaios descobriram, com apoio de colegas brasileiros, que a S10 era registrada em Ponta Porã. Entretanto, não havia denúncia de roubo ou furto. O caso segue em investigação e até agora não há pistas sobre o paradeiro do engenheiro.

Morte da esposa – Em 2009, Elói Brusamarello foi apontado como suspeito de ter mandado matar a esposa, a professora e artista plástica Gicela Maria Van Gyssel Muller. O crime ocorreu em agosto do mesmo ano.

Gisela foi sequestrada em frente à agência dos Correios em Ponta Porã e levada para o território paraguaio, onde foi asfixiada e morta com pauladas na cabeça e golpes de faca. O carro dela foi encontrado abandonado no dia seguinte, no centro de Ponta Porã.

No dia 3 de outubro de 2009, policiais paraguaios e brasileiros prenderam o autor do crime, Paulo Ramos Corrêa, na época com 22 anos de idade. Ele confessou o crime e disse que a morte tinha sido encomendada por Elói Brusamarello.

Casados em regime de comunhão total de bens, o engenheiro e a professora estavam em processo de separação. Entretanto, algum tempo depois, o criminoso mudou o depoimento e inocentou Elói, que nem chegou a ser denunciado como mandante do crime.



Fonte: Campo Grande News



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